
Há
um mês da entrada em vigor das cotas de programas e canais nacionais na
TV por assinatura, as operadoras ainda não sabem o que muda e o que não
muda nos pacotes atualmente ofertados aos assinantes.
Segundo o jornalista Daniel Castro, muitos pacotes devem mudar, mas
as incertezas dominaram o segundo dia da feira e congresso da ABTA
(Associação Brasileira de Televisão por Assinatura), que terminou neste
domingo (05), em São Paulo.
O maior dilema dos operadores é que ainda não se sabe quais são os canais brasileiros de conteúdo qualificado.
O prazo para credenciamento dos canais pagos na Ancine (Agência
Nacional do Cinema) se encerrou na sexta-feira (03). E a agência só deve
divulgar a classificação deles na semana que vem ou na próxima.
Só então as operadoras poderão conferir se os pacotes que oferecem
estão de acordo com a nova lei (a 12.485/11), se canais como o GNT e o
Multishow estão dentro das normas para serem considerados canais
brasileiros de espaço qualificado.
As empresas terão até o final de setembro para credenciarem esses
pacotes na Ancine, embora a fiscalização sobre o cumprimento das cotas
comece antes, o que é uma contradição, no mínimo.
Para tornar a situação ainda mais confusa, canais estrangeiros que
não têm representantes no Brasil não conseguiram se credenciar no prazo
estipulado pela Ancine. Ao pé da letra, correm o risco de serem cortados
por operadoras.










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